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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Em Foco: "Exportação tecnológica portuguesa em crescimento"

Segundo os dados que foram divulgados hoje pelo Banco de Portugal, e que estão disponíveis na sua página web (http://tiny.cc/vGPDG), o nosso País voltou a registar, pela segunda vez na sua história, um saldo positivo da balança de pagamentos tecnológica.

Estes resultados, a meu ver, fruto de uma política determinante e certiva, sustentada pelo Plano Tecnológico no plano nacional e pela Estratégia de Lisboa no plano europeu, mostram que apesar do difícil contexto internacional que enfrentamos a nível mundial, Portugal continuou a exportar mais do que importou no sector tecnológico, continuando no rumo definido em 2005.

Para quem insiste em definir a bandeira do Governo (Plano Tecnológico) como inútil e a estratégia para o crescimento e emprego da UE (Estratégia de Lisboa) como ineficaz, na esperança de contribuir para um descrédito nacional dos actuais governantes, deixo alguns resultados inegáveis.

Em 2005, o saldo desta balança tecnológica foi negativo em 286 milhões de Euros,

Em 2007 inverteu-se esta tendência, alcançando um saldo positivo que ascendeu a 60 milhões de Euros.

Em 2008, o ano fechou com um saldo positivo de 42 milhões de Euros, tendo verificado assim a consolidação desta tendência.

Não é uma miragem. Portugal está no rumo certo e nenhuma oposição o fará desviar desse caminho.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Em Foco: "Portugal com taxa de penetração de banda larga de 37,8%"

Foi divulgado hoje pela ANACOM os dados relativos à penetração de banda larga em Portugal, fixa e móvel, que, no 4º trimestre de 2008, atinge o valor de 37,8%. Estes resultados confirmam a tendência crescente de adesão dos portugueses a serviços de acesso à internet através de tecnologia móvel.

Se analisarmos os dados disponbíveis no site da ANACOM podemos constatar que em apenas um ano este tipo de acessos cresceu mais de 63%. É importante referir que este progresso deve-se às políticas de disseminação do uso de computadores e do acesso à banda larga deste Governo, desenvolvidas no âmbito do Plano Tecnológico.

Num recente relatório divulgado pela IDC, Portugal é o País da Europa Ocidental onde se verificou maior crescimento da venda de computadores pessoais no ano de 2008.

Embora muitos países não disponham ou não divulguem valores relativos a banda larga móvel, este valor posiciona Portugal como um dos Países da OCDE com maior índice de conexão à Banda Larga.

No que respeita à percentagem de agregados domesticos com acesso à internet, a percentagem para Portugal  referida no Inquérito à Utilização das TIC  pelas familias , é de 46%, sendo 86% dos quais acedem à rede através de Banda Larga

Estes resultados mostram claramente que Portugal continua no rumo da excelência.

 

 

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Idei@s_13..."Inovação,Cultura e Alentejo"*

*Em parceria com José Nascimento

«Cultura é o sistema de ideias vivas que cada época possui. Melhor: o sistema de ideias das quais o tempo vive»
José Ortega y Gasset

O ano de 2009 será o "Ano Europeu da Criatividade e da Inovação". Um ano onde tais objectivos estarão alinhados com vista a uma maior sensibilização da sociedade pela importância que representam para futuro sustentável não só da Europa mas também do Mundo, não devendo, contudo, ser apenas prioridades e desafios transnacionais, mas sim responsabilidades que não deverão passar ao lado das regiões de Portugal, particularmente, do Alentejo. Nesta medida, cabe-nos a nós, sociedade alentejana, um dever de contribuir para um Alentejo mais inovador, marcando em toda a linha do progresso, uma forte presença de afirmação além fronteiras, como uma região de forte identidade, global e culturalmente inovadora.

O desenvolvimento da nossa região, em tudo deve ser feito com base em soluções diferenciadas, sustentadas em factores distintivos, donde sobressai uma cultura já centenária e enraizada nas suas gentes ao longo de muitas gerações, devendo assumir um papel indutor e funcionar como uma alavanca fundamental para o desenvolvimento da educação, da criatividade e do empreendedorismo.

O que as gentes do Alentejo fizeram ao longo dos séculos é hoje um património inestimável, compatível com o que se faz hoje em dia na arte, na publicidade, no design, no cibermundo e na produção de novos projectos culturais para consumo de todo o país. O tradicional, o moderno e o contemporâneo na arte e no artesanato no Alentejo, estão na base da inovação necessária para repensar a cultura, dotando-a de novas formas, valências e valor de mercado.

Este Governo acreditou e pôs em prática um plano para a modernização de Portugal, uma aposta no futuro das pessoas. A tecnologia, o conhecimento e a inovação representam uma resposta aos novos desafios. Representam a antecipação de um novo movimento em volta de novas prioridades. Representam a renovação e a criação de um novo País. Um Portugal que liga o tradicional com o moderno, mas um país mais competitivo a nível global, onde a inovação cultural possa desempenhar um novo papel e constituir-se como um dos motores de afirmação.

Num mundo cada vez mais globalizado, a cultura do Alentejo, baseada nas suas tradições será cada vez mais a verdadeira variável diferenciadora, ou seja, se for bem trabalhada será uma arma excepcional de competitividade. A aposta está em conseguir reforçar e pulverizar as suas potencialidades através das novas tecnologias e pela sociedade da informação. Para isso é necessário trabalhar conteúdos e canais multimédia, que permitam que essa informação chegue de uma forma privilegiada a todos.

Deixemo-nos contagiar pelo dinamismo do Plano Tecnológico. Reforcemos pois o papel da cultura como um instrumento de criatividade e inovação, empreendendo todos em conjunto, novas fronteiras solidárias de desenvolvimento.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Idei@s_08..."De novo Magalhães: Portugal no rumo do conhecimento, tecnologia e inovação"


«O viajante é aquele quem mais importa numa viagem»

André Sauré




Portugal encontra-se agora preparado para iniciar mais uma volta ao mundo. Uma volta com Magalhães. Não a bordo da Nau Trinidad que outrora sulcou mares de forma épica, mas sim, através do primeiro instrumento de exploração digital de ligação ao mundo totalmente português, o portátil Magalhães. E nesta nova aventura agora iniciada, os descobridores, isto é, os navegadores, serão todas as crianças entre os 6 e os 10 anos, que poderão entrar na rede, dar largas à sua curiosidade e desenvolver a sua imaginação, navegando no hiperespaço pelo mundo fora, conquistando novos destinos, novos mundos por si idealizados e preparando-se diariamente para a resolução de problemas.

O anúncio do primeiro portátil inteiramente português: o Magalhães, integrado na iniciativa e-escolinha no âmbito do Plano Tecnológico a ser distribuído a cerca de 500.000 crianças, foi anunciado por José Sócrates a 30 de Julho passado e representa uma clara aposta nas novas gerações – os jovens e as crianças, e uma intenção clara de continuar o caminho traçado para colocar Portugal na rota mundial do conhecimento e do sucesso, provocando assim uma reforma geracional e uma mudança de atitudes.

O Portátil Magalhães estará disponível a partir do próximo ano lectivo a título gratuito, ou, nalguns casos, a um preço simbólico, vindo já equipado com software de última geração adequado às capacidades destas crianças. É resistente ao choque, à água e aos líquidos em geral. Vem ainda equipado com uma webcam e placa gráfica onboard. Estas características tornam o Magalhães uma excelente ferramenta de trabalho para qualquer criança e adulto.

Esta aposta representa uma mudança radical e um grande salto cultural para o século XXI. Uma aposta clara numa nova geração que liderará e estará completamente integrada e capacitada para competir neste mundo globalizado e em rede, integrada num Portugal do conhecimento, da tecnologia, da inovação e do sucesso. Um aposta nas crianças, na nova geração Magalhães, numa geração em rede, dos novos argonaustas, mas agora cibernautas.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Idei@s_06..."Um antes e um depois"

Portugal é hoje um país em mudança. Um país que soube sair da rota das meras intenções e entrar no caminho do desenvolvimento com feitos presentes: isto é, de um antes inoperante para um depois activo.

Para muitos tal afirmação poderá parecer pura demagogia ou um optimismo exagerado. Prefiro vê-la como um sinal de confiança no seu futuro, na sua gente e nos seus governantes, traçadas que foram metas, definidos que foram objectivos, numa palavra, elaboradas que foram reformas que permitem afirmar, que hoje somos um país moderno.

Desde que o actual governo tomou posse, variadíssimas medidas foram levadas a cabo com vista a posicionar Portugal no rumo da modernidade, da competitividade, da coesão e da inovação, factores indispensáveis ao seu desenvolvimento.

Como cidadão não tenho dúvidas em aceitar que somos tudo isto. Os resultados e os sinais de tal mudança são já uma realidade inquestionável que o dia-a-dia vai mostrando.

É sabido que levar a cabo quaisquer reformas, não é tarefa fácil quando das mesmas podem resultar situações desfavoráveis que a todos nos tocam. Elas impõem-se sempre que a realidade nacional o exige, isto é, sempre que é necessário ajustar o passado ao presente no sentido de se abrirem novos caminhos ao desenvolvimento em toda a sua dimensão e ao alinhamento de uma maior justiça social.

Mas os três anos decorridos mostraram como é possível mudar e mudar bem, fazer a diferença pela positiva.

Por não querer parecer que apenas defendo que muito foi feito e não apresento nada que justifique tal afirmação, gostava de referir, de entre muitos, alguns exemplos práticos que corroboram o que digo.

Para que conste, nos últimos três anos foram entregues mais de cem mil computadores portáteis com ligação à Internet em banda larga, a alunos do 10º ano, professores e formandos do Programa Novas Oportunidades. Este mesmo Programa teve mais de trezentos mil adultos inscritos que procuraram melhorar as suas qualificações. Também, a grande maioria de todas as escolas nacionais estão já ligadas à Internet em banda larga oferecendo, assim, a todos os estudantes e professores um acesso mais rápido à informação.

Conseguiu-se ainda que mais de quatro mil jovens licenciados fossem colocados em Pequenas e Médias Empresas, através do Programa InovJovem, contribuindo para a inserção profissional de recém licenciados e para uma diminuição gradual da taxa de desemprego.

Com vista a promover o contacto com o ensino de excelência e promover a troca de experiência e conhecimentos foram também estabelecidas parcerias com Universidades Internacionais de renome em diversas áreas.

Os empresários viram simplificada a sua vida através da Empresa na Hora, sendo que até à data, já foram criadas mas de quarenta mil empresas com um tempo médio de criação de 49m.

Os idosos viram o seu Complemento Solidário ser aumentado em 10,6% e graças às mais de cem
Unidades de Saúde Familiar, mais de uma centena de milhar de portugueses têm agora acesso a médico de família.

Descriminalizou-se a Interrupção Voluntária da Gravidez até às dez semanas, sendo que 70% já foram realizadas em estabelecimentos públicos.

Face a estes exemplos, os números que eles representam e as mudanças estruturais que eles já provocaram e continuam a provocar na vida de cada um é inevitável afirmar que entre o antes e o depois, entre o queremos e o fizemos, grandes passos foram dados.

A resignação, o lamento, o pessimismo profissional, o desejo de alguns imprimirem um estado de depressão colectiva, o tremendismo, a desorientação e o descrédito contrastam, claramente, com o rigor, a competência, o crescimento, o emprego, a justiça social e as oportunidades para todos, realidades com as quais nos últimos três anos em Portugal temos vivido e beneficiado.

Acreditemos nas evidências e reforcemos o nosso voto de confiança no futuro de todos nós.