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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Em Foco: "Exportação tecnológica portuguesa em crescimento"

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Em Foco: "Portugal com taxa de penetração de banda larga de 37,8%"

Foi divulgado hoje pela ANACOM os dados relativos à penetração de banda larga em Portugal, fixa e móvel, que, no 4º trimestre de 2008, atinge o valor de 37,8%. Estes resultados confirmam a tendência crescente de adesão dos portugueses a serviços de acesso à internet através de tecnologia móvel.
Se analisarmos os dados disponbíveis no site da ANACOM podemos constatar que em apenas um ano este tipo de acessos cresceu mais de 63%. É importante referir que este progresso deve-se às políticas de disseminação do uso de computadores e do acesso à banda larga deste Governo, desenvolvidas no âmbito do Plano Tecnológico.
Num recente relatório divulgado pela IDC, Portugal é o País da Europa Ocidental onde se verificou maior crescimento da venda de computadores pessoais no ano de 2008.
Embora muitos países não disponham ou não divulguem valores relativos a banda larga móvel, este valor posiciona Portugal como um dos Países da OCDE com maior índice de conexão à Banda Larga.
No que respeita à percentagem de agregados domesticos com acesso à internet, a percentagem para Portugal referida no Inquérito à Utilização das TIC pelas familias , é de 46%, sendo 86% dos quais acedem à rede através de Banda Larga
Estes resultados mostram claramente que Portugal continua no rumo da excelência.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Idei@s_13..."Inovação,Cultura e Alentejo"*
«Cultura é o sistema de ideias vivas que cada época possui. Melhor: o sistema de ideias das quais o tempo vive»José Ortega y Gasset
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Idei@s_08..."De novo Magalhães: Portugal no rumo do conhecimento, tecnologia e inovação"

«O viajante é aquele quem mais importa numa viagem»
André Sauré
Portugal encontra-se agora preparado para iniciar mais uma volta ao mundo. Uma volta com Magalhães. Não a bordo da Nau Trinidad que outrora sulcou mares de forma épica, mas sim, através do primeiro instrumento de exploração digital de ligação ao mundo totalmente português, o portátil Magalhães. E nesta nova aventura agora iniciada, os descobridores, isto é, os navegadores, serão todas as crianças entre os 6 e os 10 anos, que poderão entrar na rede, dar largas à sua curiosidade e desenvolver a sua imaginação, navegando no hiperespaço pelo mundo fora, conquistando novos destinos, novos mundos por si idealizados e preparando-se diariamente para a resolução de problemas.
O anúncio do primeiro portátil inteiramente português: o Magalhães, integrado na iniciativa e-escolinha no âmbito do Plano Tecnológico a ser distribuído a cerca de 500.000 crianças, foi anunciado por José Sócrates a 30 de Julho passado e representa uma clara aposta nas novas gerações – os jovens e as crianças, e uma intenção clara de continuar o caminho traçado para colocar Portugal na rota mundial do conhecimento e do sucesso, provocando assim uma reforma geracional e uma mudança de atitudes.
O Portátil Magalhães estará disponível a partir do próximo ano lectivo a título gratuito, ou, nalguns casos, a um preço simbólico, vindo já equipado com software de última geração adequado às capacidades destas crianças. É resistente ao choque, à água e aos líquidos em geral. Vem ainda equipado com uma webcam e placa gráfica onboard. Estas características tornam o Magalhães uma excelente ferramenta de trabalho para qualquer criança e adulto.
Esta aposta representa uma mudança radical e um grande salto cultural para o século XXI. Uma aposta clara numa nova geração que liderará e estará completamente integrada e capacitada para competir neste mundo globalizado e em rede, integrada num Portugal do conhecimento, da tecnologia, da inovação e do sucesso. Um aposta nas crianças, na nova geração Magalhães, numa geração em rede, dos novos argonaustas, mas agora cibernautas.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Idei@s_06..."Um antes e um depois"
Portugal é hoje um país em mudança. Um país que soube sair da rota das meras intenções e entrar no caminho do desenvolvimento com feitos presentes: isto é, de um antes inoperante para um depois activo.Para muitos tal afirmação poderá parecer pura demagogia ou um optimismo exagerado. Prefiro vê-la como um sinal de confiança no seu futuro, na sua gente e nos seus governantes, traçadas que foram metas, definidos que foram objectivos, numa palavra, elaboradas que foram reformas que permitem afirmar, que hoje somos um país moderno.
Desde que o actual governo tomou posse, variadíssimas medidas foram levadas a cabo com vista a posicionar Portugal no rumo da modernidade, da competitividade, da coesão e da inovação, factores indispensáveis ao seu desenvolvimento.
Como cidadão não tenho dúvidas em aceitar que somos tudo isto. Os resultados e os sinais de tal mudança são já uma realidade inquestionável que o dia-a-dia vai mostrando.
É sabido que levar a cabo quaisquer reformas, não é tarefa fácil quando das mesmas podem resultar situações desfavoráveis que a todos nos tocam. Elas impõem-se sempre que a realidade nacional o exige, isto é, sempre que é necessário ajustar o passado ao presente no sentido de se abrirem novos caminhos ao desenvolvimento em toda a sua dimensão e ao alinhamento de uma maior justiça social.
Mas os três anos decorridos mostraram como é possível mudar e mudar bem, fazer a diferença pela positiva.
Por não querer parecer que apenas defendo que muito foi feito e não apresento nada que justifique tal afirmação, gostava de referir, de entre muitos, alguns exemplos práticos que corroboram o que digo.
Para que conste, nos últimos três anos foram entregues mais de cem mil computadores portáteis com ligação à Internet em banda larga, a alunos do 10º ano, professores e formandos do Programa Novas Oportunidades. Este mesmo Programa teve mais de trezentos mil adultos inscritos que procuraram melhorar as suas qualificações. Também, a grande maioria de todas as escolas nacionais estão já ligadas à Internet em banda larga oferecendo, assim, a todos os estudantes e professores um acesso mais rápido à informação.
Conseguiu-se ainda que mais de quatro mil jovens licenciados fossem colocados em Pequenas e Médias Empresas, através do Programa InovJovem, contribuindo para a inserção profissional de recém licenciados e para uma diminuição gradual da taxa de desemprego.
Com vista a promover o contacto com o ensino de excelência e promover a troca de experiência e conhecimentos foram também estabelecidas parcerias com Universidades Internacionais de renome em diversas áreas.
Os empresários viram simplificada a sua vida através da Empresa na Hora, sendo que até à data, já foram criadas mas de quarenta mil empresas com um tempo médio de criação de 49m.
Os idosos viram o seu Complemento Solidário ser aumentado em 10,6% e graças às mais de cem
Unidades de Saúde Familiar, mais de uma centena de milhar de portugueses têm agora acesso a médico de família.
Descriminalizou-se a Interrupção Voluntária da Gravidez até às dez semanas, sendo que 70% já foram realizadas em estabelecimentos públicos.
Face a estes exemplos, os números que eles representam e as mudanças estruturais que eles já provocaram e continuam a provocar na vida de cada um é inevitável afirmar que entre o antes e o depois, entre o queremos e o fizemos, grandes passos foram dados.
A resignação, o lamento, o pessimismo profissional, o desejo de alguns imprimirem um estado de depressão colectiva, o tremendismo, a desorientação e o descrédito contrastam, claramente, com o rigor, a competência, o crescimento, o emprego, a justiça social e as oportunidades para todos, realidades com as quais nos últimos três anos em Portugal temos vivido e beneficiado.
Acreditemos nas evidências e reforcemos o nosso voto de confiança no futuro de todos nós.